AEDES AEGYPTI: Ação conjunta visita 10 mil imóveis e orienta população

por Rafisa Ramos
 
Você sabia que o mosquito que transmite a dengue, também transmite a febre amarela? Este foi um dos questionamentos feitos pelas equipes que participaram de uma atividade para combater o Aedes aegypti. As abordagens e atividades aconteceram durante o dia de hoje (15), em cinco localidades diferentes, Vila Nery, Borsato, Jardim Paraíso, Vila Odete e Bom Jesus. Quem coordenou a ação foi a Fundação Municipal de Saúde (FMS), através da Zoonoses, em parceria com os militares do 13º Batalhão de Infantaria Blindado (13º BIB).
“A ação foi focada em repassar informação e orientação sobre as maneiras de eliminar o Aedes aegypti. Aproveitamos a ocasião para alertar que o mesmo mosquito transmite outras doenças além de dengue e febre amarela.  A atividade foi muito positiva, conseguimos conversar com a população, explicando que o inseto transmissor dessas doenças, também é responsável por outras como: zika e chikungunya”, explica o coordenador da Zoonoses, Leandro Inglês.
Cerca de 10.025 imóveis foram visitados, totalizando aproximadamente 621 quarteirões. “Ações em parceria com o exército se tornam mais efetivas e conseguem atingir um número maior de pessoas ou imóveis, em um pequeno espaço de tempo. Os militares receberam treinamento e absorveram todas as informações importantes, que deveriam chegar até as comunidades visitadas”, destaca a presidente da FMS, Angela Pompeu. Os trabalhos de combate ao mosquito Aedes aegypti são realizados durante o ano todo, porém o mutirão com diversas frentes governamentais intensifica as ações.  “Um auxilio e tanto, nossas equipes estão sempre empenhadas e realizam as ações todos os dias em diversos bairros da cidade, além dos Pontos Estratégicos que são vistoriados a cada 15 dias”, completa Angela.
Além das orientações as equipes ficaram responsáveis por questionar os moradores sobre a vacinação. “Na mesma ação, toda a equipe foi preparada para perguntar aos moradores se já tinham se imunizado contra a doenças, e se não tivessem, os técnicos anotavam o endereço e nome do cidadão, para que o mesmo recebesse a dose na sequência”, ressalta Inglês.
Com essa ação foi possível realizar o levantamento de locais mais críticos, com possível proliferação do vetor. “Está ação nos ajudou a encontrar diversos focos do Aedes, e já conseguirmos eliminá-los. A partir de agora eles também passam a ser monitorados pelas nossas equipes”, comenta Inglês.