A Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa (FASPG) realizou, na última semana, uma capacitação para famílias interessadas em se tornarem Famílias Acolhedoras Voluntárias, com participação também de famílias que já atuam no programa.
A formação teve como objetivo prepará-las para o acolhimento temporário de crianças e adolescentes afastados da família de origem por determinação judicial, garantindo um ambiente seguro, afetivo e protetivo.
Os encontros abordaram temas como o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a rede socioassistencial, responsabilidades das famílias voluntárias e procedimentos de ingresso no Serviço, além do relato de experiências de famílias que já passaram pelo programa e de outras que atualmente participam do Serviço, e de discussões sobre convivência familiar, preservação de vínculos e especificidades do acolhimento de crianças e adolescentes com deficiência ou transtornos mentais.
A capacitação e o acompanhamento das famílias são conduzidos pela equipe técnica do Serviço, formada por psicóloga e assistente social. “Investir na preparação e no acompanhamento das famílias acolhedoras é fortalecer uma rede de proteção comprometida com a garantia dos direitos e com a proteção integral de crianças e adolescentes”, afirma a presidente da FASPG, Tatyana Belo.
A presidente reforça ainda que o cadastro permanece aberto durante todo o ano e que novas turmas de capacitação são oferecidas periodicamente às famílias interessadas.
Como participar
Famílias interessadas em se tornarem acolhedoras devem procurar o Serviço de Acolhimento Familiar, vinculado à FASPG, para agendar uma entrevista inicial e dar início ao cadastro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (42) 3220-1065 (ramal 2367) ou pelo Instagram @servicodeacolhimentofamiliarpg.
Requisitos básicos
• Ter entre 21 e 65 anos; • Residir em Ponta Grossa; • Ter a concordância de todos os moradores da residência; • Não estar cadastrado no Sistema Nacional de Adoção (o acolhimento é provisório e não substitui a adoção); • Não possuir antecedentes criminais; • Dispor de tempo e disponibilidade afetiva para os cuidados com a criança ou adolescente.

